Cortesia: #SAFE – Snowboarder em freeride

De forma empírica podemos dizer que o conceito de freeride nasceu no mesmo momento em que as pessoas descobriram como segurar os pés em pedaços de madeira para facilitar o deslizamento sobre a neve. Com certeza algum deles experimentou também o lado lúdico desse movimento, até o momento no qual foi descoberto como interagir com a gravidade, literalmente indo ladeira abaixo. Existem controvérsias acerca da origem legítima do termo. Uma corrente acredita que originou-se na comunidade dos snowboarders e essa teoria foi argumentada pela semântica da palavra, pois o uso do sufixo “ride/riding” remeteria aos riders que cavalgam as pranchas. A mais, por muitos anos a prática equivalente, mas feitas pelos skiers, era chamada de “freeskiing”. Nos tempos mais recentes alguns esquiadores adotaram o termo “dos snowboarders”, especialmente depois que o termo “freeskiing” foi adaptado para indicar os praticantes das disciplinas freestyle realizadas pelos esquiadores, perdendo assim seu significado original.


Cortesia: WESC – Doug Coombs em açāo

Outra corrente considera que o termo freeriding foi utilizado pelos esquiadores desde os anos ‘70 para indicar descidas extremas nas ladeiras das montanhas afora dos centros de esqui. Essa segunda teoria seria justificada pelo histórico dos eventos dessa disciplina, visto que a primeira “ever” competição de freeride foi o icônico World Extreme Skiing Championship que aconteceu em 1991 em Valdêz, no Alasca (EUA), na qual o lendário Doug Coombs levou o inédito título. Dois anos depois, sempre no Alasca, um grupo de snowboarders organizou uma competição semelhante e reservada exclusivamente para as pranchas: era a primeira edição do mítico King of the Hill.


Cortesia: King of the Hill

E, por muitas razões, parece que sim: foram realmente os snowboarders que aumentaram a atenção em cima do freeriding evidenciando os potenciais dessa modalidade. Fatores como maior velocidade e espetacularidade de manobras incrementaram facilmente essa visibilidade, que rapidamente começou a se espalhar entre os adeptos dos esportes invernais do mundo inteiro. Vale lembrar que os esquis naquela época eram, de fato, longos e estreitos, razão pela qual não garantiam, nas encostas de neve fresca, as mesmas possibilidades de flutuação e de controle como acontecia com as pranchas.


Cortesia: internet – Evolução dos esqui para freeride

Enquanto hoje em dia as coisas mudaram radicalmente: a indústria do setor revolucionou-se profundamente, realizando também modelos de esquis idôneos para o freeriding, incrementando ainda mais a popularização da prática. Mas além da grande satisfação que as jornadas nos foras de pistas proporcionam, é bom evidenciar que os freeriders são muito mais propensos a se tornarem vítimas de avalanches. A montanha não é só brincadeira: muitos aspirantes freeriders perderam a vida por serem inexperientes e prepotentes. Fazer freeride requer experiência e predisposição para saber como enfrentar os perigos. Uma dica importante: é sempre bom ter um pouco de medo quando se desenham linhas no freeride, pois o medo faz aumentar o respeito pela a montanha. E a montanha é sempre mais poderosa que você.


Cortesia: internet – Avalanche em freeride

Nunca deixar ao acaso

Lembrete: pesquisar constantemente o snowpack e estar sempre preparado. #RideSAFE #RideAGAIN

Prevenção

Freeriding competitivo

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  • Sistema de julgamento (soon…)
  • Glossário de freeride (soon…)

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