Resumo da temporada invernal de speedride 2011

O speedride é ainda um esporte muito pouco difundido e isso complica bastante a procura de infos e, sobretudo, dos resultados dos evento dedicados a esta extrema paixão. De forma geral existe um site, o Speed-flying.com, que está querendo se propor como o point de encontro e de informação sobre o mundo do speedride, mas infelizmente as notícias não são atualizadas com constância e na maioria dos casos são poucos detalhadas… mas pelo menos é um começo e não se pode reclamar muito visto que próprio através deste site foram encontrados os resultados desta temporada invernal de speedride.

Então, em um rápido resumo, aprende-se que o título do Swiss Speedriding Championships, que aconteceu em Zinal (SUI) em janeiro, foi para Tim Bollinger.


Em fevereiro a Valfréjus (FRA) hospedou o tão aguardado boogie de comemoração dos 10 anos da ATAKA, a primeira escola de speedride, que comemorou esta data histórica para o freeride com um evento sensacional que reuniu os melhores speedriders do mundo inteiro, oops da Europa, visto que por enquanto este esporte é praticado somente no velho continente.

Outra importante competição foi o Vinter Veko Speedriding International de Voss (NOR) e quem venceu foi o francês François Bon, em segundo lugar o alemão Roman Friedrich e em terceiro lugar ficou com outro francês Eric Roussel.


O campeonato francês de speedride em Samões (FRA) encoronhou o talentoso Yoan Castagnoli na categoria masculina e entre as mulheres Laure Gicquel levou o título de rainha francêsa de speedride.


Em Valnord (AND), no final de março disputou-se o Speedride Andorra International que foi conquistado pelo rider que mais ganhou nesta temporada: Yoan Castagnoli, seguido por Arnaud Longobardi e Roman Friedrich (GER).

Em abril o speedride voltou em Valfréjus (FRA) e Yoan Castagnoli levou tudo de novo deixando François Bon na segunda posição e Jérôme Baud na terceira.

Por enquanto é isso e até a próxima temporada invernal no norte do planeta, não estão programados outros eventos de speedride, apesar que tanto na Patagônia quanto na Nova Zelândia estão se criando condições ideais para desenvolver este desporte, mas ainda são projetos na fase embrional. Quem sabe de repente já pela temporada 2012 não iremos encontrar algo também nas neves do hemisfério sul. Lembrando e evidenciando sempre que speedride é realmente um action sport extremo que necessita de muita preparação e treinamento e que é altamente perigoso achar que se poder improvisar speedriders sem a preparação necessária.

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Sobre ianny

...moro no Brasil, em uma ilha, e procuro neve, por paixão e por necessidade, o tempo inteiro, independentemente do mês ou do hemisfério. Sou snowboarder, goofy, mas provo prazer com todas as coisas que deslizam na neve, especialmente se são rápidas e harmoniosas com o contexto de montanha.